Christiana Figueres sucede a Yvo de Boer como responsável da ONU para o clima
O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, nomeou a costa-riquenha Christiana Figueres como responsável das Nações Unidas para o clima, sucedendo a Yvo de Boer, foi ontem anunciado. Figueres assume funções a 1 de Julho.
Figueres, 53 anos, “é uma líder em estratégias para enfrentar as alterações climáticas globais e traz para este cargo paixão, um profundo conhecimento dos agentes envolvidos e uma valiosa experiência com o sector público, privado e não lucrativo”, justificou Ban Ki-moon.
A 18 de Fevereiro, Yvo de Boer apresentou a sua demissão depois de quatro anos no cargo de secretário-executivo da Convenção da ONU para as Alterações Climáticas.
A costa-riquenha, negociadora climática para a Costa Rica desde 1995, diz-me “honrada” pela nomeação. As suas duas prioridades serão “trabalhar com o secretário-geral para reforçar a confiança no processo e apoiar as presidências dinamarquesa e mexicana das conferências das partes (COP), bem como todas as outras nações na preparação de uma COP com sucesso em Cancún”, comentou Figueres, citada em comunicado pelo Programa das Nações Unidas para o Ambiente (PNUA).
Figueres representou a América Latina e as Caraíbas no secretariado executivo do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo, em 2007. Foi eleita vice-presidente da Conferência das Partes em 2008-2009.
“Conheço Christiana Figueres há muitos anos e posso testemunhar o seu profundo compromisso e trabalho para estabelecer o regime climático internacional robusto que constitui a única forma para todas as nações evitarem os piores impactos das alterações climáticas”, comentou Yvo de Boer.
De Boer permanecerá no cargo até 1 de Julho deste ano - ajudando as negociações preparatórias da cimeira climática da ONU no México, que reunirá, em Novembro, 193 Estados membros - e depois vai trabalhar na empresa de consultoria KPMG, enquanto conselheiro global para o clima e sustentabilidade, e em várias universidades.
Segundo a BBC online, Yvo de Boer garantiu que a sua decisão nada teve a ver com o fracasso da cimeira de Copenhaga (de 7 a 18 de Dezembro de 2009) em chegar a um acordo global que substitua o Protocolo de Quioto, que expira em 2012. Na realidade, o alto responsável disse ter começado a procurar emprego no final do ano passado, antes da cimeira.
Actualmente, a Convenção da ONU para as Alterações Climáticas tem 194 Estados membros e deu origem ao Protocolo de Quioto, assinado em 1997.
via Ecosfera
Figueres, 53 anos, “é uma líder em estratégias para enfrentar as alterações climáticas globais e traz para este cargo paixão, um profundo conhecimento dos agentes envolvidos e uma valiosa experiência com o sector público, privado e não lucrativo”, justificou Ban Ki-moon.
A 18 de Fevereiro, Yvo de Boer apresentou a sua demissão depois de quatro anos no cargo de secretário-executivo da Convenção da ONU para as Alterações Climáticas.
A costa-riquenha, negociadora climática para a Costa Rica desde 1995, diz-me “honrada” pela nomeação. As suas duas prioridades serão “trabalhar com o secretário-geral para reforçar a confiança no processo e apoiar as presidências dinamarquesa e mexicana das conferências das partes (COP), bem como todas as outras nações na preparação de uma COP com sucesso em Cancún”, comentou Figueres, citada em comunicado pelo Programa das Nações Unidas para o Ambiente (PNUA).
Figueres representou a América Latina e as Caraíbas no secretariado executivo do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo, em 2007. Foi eleita vice-presidente da Conferência das Partes em 2008-2009.
“Conheço Christiana Figueres há muitos anos e posso testemunhar o seu profundo compromisso e trabalho para estabelecer o regime climático internacional robusto que constitui a única forma para todas as nações evitarem os piores impactos das alterações climáticas”, comentou Yvo de Boer.
De Boer permanecerá no cargo até 1 de Julho deste ano - ajudando as negociações preparatórias da cimeira climática da ONU no México, que reunirá, em Novembro, 193 Estados membros - e depois vai trabalhar na empresa de consultoria KPMG, enquanto conselheiro global para o clima e sustentabilidade, e em várias universidades.
Segundo a BBC online, Yvo de Boer garantiu que a sua decisão nada teve a ver com o fracasso da cimeira de Copenhaga (de 7 a 18 de Dezembro de 2009) em chegar a um acordo global que substitua o Protocolo de Quioto, que expira em 2012. Na realidade, o alto responsável disse ter começado a procurar emprego no final do ano passado, antes da cimeira.
Actualmente, a Convenção da ONU para as Alterações Climáticas tem 194 Estados membros e deu origem ao Protocolo de Quioto, assinado em 1997.
via Ecosfera


